Dia 21 – Preto no Branco (Melhor Noir)

 

 

A Tina deu a definição do que é um noir.

E esse genero meio que tinha morrido. Assim como o Western. Talvez esses dois generos são os que mais se ressintam da falta da tela grande. O publico abandonou os cinemas. E não tem como você apreciar a contento um grande faroeste ou um noir classico no sofá de casa.

Desses grandes Noir o maior deles talvez seja Crepusculos dos Deuses.

Mas assim. Acho que não existe nada que eu diga sobre Crepusculos dos Deus que já não foi dito por pessoas mais capacitadas.

 

Dai eu vou escolher um outro Noir. Que fez pelo Noir o mesmo que Os Imperdoaveis fez pelos Faroestes: colocar o genero novamente em evidencia.

 

O Homem que  Não Estava Lá – Joel / Ethan Coen  – EUA – 2001.

 

Os irmãos Coen sempre flertaram com o genero. Gosto de Sangue, Arizona Nunca Mais, O magistral Fargo. Todos tinham um ou outro elemento do genero.

 

Em O Homem Que Não Estava Lá todas as pontas foram amarradas e o resultado e um filme digno da era de ouro de Hollywood.

Billy Bob Thorton se mostrou a altura do protagonista  que todo noir deveria ter: Humphrey Bogart

Se o filme não fosse genial já valeria a pena pela lindissima fotografia em preto/branco.

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